quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sobre pesadelos

Depois de ter um dia maravilhoso ontem, eu tive um sonho ruim.
E hoje eu acordei triste.
Foi daqueles sonhos absurdos, que nunca aconteceriam, mas eu me senti machucada, violada.
Essas coisas não deveriam acontecer depois de dias bons.
E ao mesmo tempo em que essa sensação ruim não deixa, estou tentando esquecer, ouvindo músicas agitadas e pensando em outras coisas.
Às vezes dói mais quando a gente se machuca do que quando os outros machucam a gente.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A pedra era o caminho

Hoje eu estava pensando no que aprendi na empresa em que estou agora. Já tem mais de um ano que estagio lá e não é segredo que pensei várias vezes em sair. Mas em todas essas vezes, eu decidi continuar.
E eu acho que a palavra que eu estou procurando talvez seja coragem.
É um dos valores da empresa, mas não é por isso. 
A questão é: para continuar no mercado de trabalho, é necessária muita coragem. Você tem que estar preparado para apanhar e saber se levantar depois.

Eu aprendi que sentir vontade de chorar no meio de uma reunião  ou chorar mesmo, escondido no banheiro, não te faz mais fraco.
Voltar a trabalhar depois, com o rosto vermelho e olhos inchados, determinado a alcançar o impossível - ou quase, isso sim, te faz mais forte.
É o levantar depois da queda.

Eu passei minha vida estudando, passei por um estágio em que era tratada como uma criança - o que era bom, confortável, o crescimento era lento e não doía tanto - e agora estou em uma empresa em que fui tratada como profissional desde o primeiro dia - ou a young professional como o big boss disse, querendo que eu baixasse a bola.

Eu apanhei muito - metaforicamente, é claro.
Cresci muito.
E hoje eu sei que sou forte.
Foi o aprendizado de mais valor que o meu estágio me trouxe.
Talvez tenha mais a ver com maturidade do que com coragem.