sábado, 12 de março de 2011

É só respeito pela vida

Senhoras e senhores, mais uma turbulência.
Foram achados na minha empresa cinco filhotinhos de gato órfãos e pequenos demais para se cuidarem sozinhos. Os Turbo-gatos.
Três conseguiram donos, e eu espero de todo o meu coração que eles estejam cuidando muito bem deles. Trouxe duas gatinhas, coloquei no colo e segurei firme uma delas pra aquecer até ela dormir, fiquei presa fora de casa, dei leitinho no conta gotas, limpei bumbum, levei arranhõezinhos e mordidinhas de boquinhas sem dentes, deixei criancinhas fazerem carinho nas micro-gatas, passei em não sei quantas pet shops, chorei de medo de não encontrar uma casinha pra elas e acabei encontrando uma veterinária para ficar e cuidar das pequetitas. E agora eu até posso visitá-las quando der vontade.
As caixinhas de papelão tem uma certa mágica de fazer os bichinhos mais frágeis e de fazer você lutar por eles. É a única explicação de que duas coisinhas tão pequetitinhas que eu conheci ontem me façam tanta falta agora.

3 comentários:

  1. ai ai ai, se eu não fosse nômade...

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  2. você tinha que ver. era só colocar a mão na frente delas que elas começavam a se esfregar e só paravam quando vc abria os dedos pra elas passarem a cabecinha e se espremerem pra fora dali.
    vc ía se derreter!

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