sábado, 12 de março de 2011

É só respeito pela vida

Senhoras e senhores, mais uma turbulência.
Foram achados na minha empresa cinco filhotinhos de gato órfãos e pequenos demais para se cuidarem sozinhos. Os Turbo-gatos.
Três conseguiram donos, e eu espero de todo o meu coração que eles estejam cuidando muito bem deles. Trouxe duas gatinhas, coloquei no colo e segurei firme uma delas pra aquecer até ela dormir, fiquei presa fora de casa, dei leitinho no conta gotas, limpei bumbum, levei arranhõezinhos e mordidinhas de boquinhas sem dentes, deixei criancinhas fazerem carinho nas micro-gatas, passei em não sei quantas pet shops, chorei de medo de não encontrar uma casinha pra elas e acabei encontrando uma veterinária para ficar e cuidar das pequetitas. E agora eu até posso visitá-las quando der vontade.
As caixinhas de papelão tem uma certa mágica de fazer os bichinhos mais frágeis e de fazer você lutar por eles. É a única explicação de que duas coisinhas tão pequetitinhas que eu conheci ontem me façam tanta falta agora.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Segurem-se, passageiros

Eu acho engraçado que quando bobagens ocupam minha cabeça, elas parecem tão maiores do que os meus problemas de verdade.
E elas me fazem perder o foco, me preocupar com as coisas erradas e simplesmente não me importar com nada mais. Nada mesmo. Não escutar as pessoas falando, não abrir os arquivos certos e às vezes eu até páro pensando "O que era mesmo que eu estava fazendo?".
É o contrário daquela história do Ford Prefect que eu coloquei no meu perfil. Se os lábios ficam muito tempo fechados, é porque o cérebro está funcionando até demais.
É esquisito.
Mas eu até gosto de turbulências desse tipo.